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Memórias de uma Infância

Memórias de uma Infância
Dedico esse livro às crianças: Del Pietro, Sofia, Jaqueline, Mariana, Sampson, Christian, Ana Luiza, Daniela, Celeste, Rodrigo, Bruno, Vitor Hugo, Heitor, Lucas; e a todos que comigo fizeram parte desse mundo: Tapioca, Cundunda, Pipoca, Pirulito, Carrapeta, Mamulengo, Anjinho da Cara Suja, Caiuia, Gogoia, Calunga... Leico, Agnus André, Edimara, Gabriela, Raiully e Gabriel, amo vocês.

HOMENAGEM ÀS MINHAS MÃES
Obrigado: Mãe ... mãe Nete, mãe Maura, mãe Bá, mãe Cai,
Pelo bem
Que pra mim um dia foram,
Pelo bem
Que ainda são pra mim,
Pelas suas existências
Meu DEUS, muito obrigado!
Minhas mães
Muito obrigado
Por me fazerem sentir
Todo amor
Todo afeto
Repetidos em seus cuidados,
E pela flor que vocês
Plantaram um dia em mim,
Obrigado!
Obrigado!
Obrigado meu bom DEUS!
Pela luz ... o privilégio
Desses anjos serem meus!

Retalhos da Vida

Maurício de Barros nasceu em 21 de Dezembro de 1950 na cidade de Ribeirão, estado de Pernambuco. Com mais de 20 anos, veio para São Paulo, onde conheceu sua esposa Leico, uma união curiosa, Maurício um negro casado com uma japonesa. Confessa uma relação de muito amor tendo como frutos dois filhos, André e Gabriela, e três netos, Raiully, Gabriel e Del Pietro. Maurício e família mudaram-se para Avaré em meados dos anos 90. O encontro com a poesia já havia acontecido na vida de Maurício desde quando morava em Pernambuco, porém nunca havia pensado em ser um poeta, um escritor ou mesmo viver de poesia, fato que hoje o acalenta. Lançou dois livros “Pensamentos” e “Cordel”, e também é um dos fundadores do Centro Literário Anita Ferreira De Maria.
Por: Guma Castellucci - Secretaria da Cultura e Lazer – Avaré

Oferecimento: Ofereço este livro à minha esposa, Leico, com carinho. Foi a forma que encontrei de demonstrar o que ela representa para mim.
Agnus André, Gabriela, Raiully, Gabriel e Del Pietro, amo vocês.

Agradecimento: Obrigado! Amigo Rubens Takkyu Bin (autor do Livro “Eu Vendo Qualquer Coisa”) pelo incentivo e orientação para a edição desse trabalho.

Cordel

Literatura de Cordel é um tipo de poesia popular, originalmente oral, e depois impressa em folhetos rústicos ou outra qualidade de papel, expostos para venda pendurados em cordas ou cordéis, o que deu origem ao nome que vem lá de Portugal, que tinha a tradição de pendurar folhetos em barbantes. São escritos em forma rimada e alguns poemas são ilustrados com xilogravuras, o mesmo estilo de gravura usado nas capas. As estrofes mais comuns são as de dez, oito ou seis versos. Os autores, ou cordelistas, recitam esses versos de forma melodiosa e cadenciada, acompanhados de viola, como também fazem leituras ou declamações muito empolgadas e animadas. No Brasil, a literatura de cordel é produção típica do Nordeste, sobretudo nos estados de Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará. Costumava ser vendida em mercados e feiras pelos próprios autores. Hoje também se faz presente em outros Estados, como Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo. O cordel é vendido em feiras culturais, casas de cultura, livrarias e nas apresentações dos cordelistas.

Pensamentos

A poesia, ou gênero lírico, ou lírica é uma das sete artes tradicionais, pela qual a linguagem humana é utilizada com fins estéticos, ou seja, ela retrata algo que tudo pode acontecer dependendo da imaginação do autor como a do leitor. "Poesia, segundo o modo de falar comum, quer dizer duas coisas. A arte, que a ensina, e a obra feita com a arte; a arte é a poesia, a obra poema, o poeta o artífice." O sentido da mensagem poética também pode ser importante (principalmente se o poema for em louvor de algo ou alguém, ou o contrário: também existe poesia satírica), ainda que seja a forma estética a definir um texto como poético. A poesia compreende aspectos metafísicos (no sentido de sua imaterialidade) e da possibilidade de esses elementos transcenderem ao mundo fático. Esse é o terreno que compete verdadeiramente ao poeta. Num contexto mais alargado, a poesia aparece também identificada com a própria arte, o que tem razão de ser já que qualquer arte é, também, uma forma de linguagem (ainda que, não necessariamente, verbal).

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